Algo sobre o que se chama de arte obscura. Um refúgio do mundo real e abstrações latentes em um baú.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Meu ser


Tudo o que aqui escrevo 
é forjado no meu silencio e penumbra
Mergulho enfim em mim 
até o nascedouro do espírito que me habita
Minha nascente é osbcura
Escrevo , não sei o que fazer de mim
Desconheço as leis do espíto , ele vagueia

Minha vida é um desencontro, 
é uma casa vazia
Ter dentro de im o contrário do que sou
 é essência imprescindível

Me alimeno do meu fracasso.
Sim, sou uma grande fracassada
Se eu fosse vencedora , acho que viveria entediada

Tão quimérica essa vida que há
Beco sem saída
A vida em si nada pode me dar

Luto por uma novidade de espírito
Temo a mim mesma
Estou sempre apta a poder sofrer
Se eu não me amar , estarei perdida
Porque ninguém me ama , a ponto de ser eu
A ponto de me ser

Oh, protegei-me de mim mesma
Entre a palavra e o pensamento existe meu ser
 Meu pensamento é puro e inapalpavel
Meu ódio é energia atômica

Eu te recebo com um sorriso, como minha humildade
Esse sorriso torto , como minha ousadia

Não quero ser somente eu mesma,
Também quero ser o que não sou

Quero possuir o infindável , quero possuir o inexistente
Quero criar o inventável

Não quero mais me expressar por palavras ,
Quero por ... beijo-te ! 

                 Loris'

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