Algo sobre o que se chama de arte obscura. Um refúgio do mundo real e abstrações latentes em um baú.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

O sopro do pecado




Hoje eu vi faíscas caindo de um céu sem cor
Onde não há luz nem sombras
onde não há meu amor

Deixe me ficar onde o vento vai sussurrar pra mim
Onde minha alma possa sentir
que ainda há uma vida
A minha espera

Deixe me ficar onde eu sinta a noite em mim
Onde eu sinta que tudo me pertence
Onde eu sinta o pecado, a santidade, a evolução
Onde eu possa voar
e eu estou voando agora

Deixe me onde eu possa voar e continuar voando
Onde o destino não tenha destino
E quando eu estiver a beira de um sonho intangível
o toque do vento me levará ao sopro do amor
e ele me seguirá
Enquanto eu viver
Clamando por mim
Viverei sempre

O pecado, a santidade, a evolução.
                                                     

                                      Loris'
              

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