Algo sobre o que se chama de arte obscura. Um refúgio do mundo real e abstrações latentes em um baú.

terça-feira, 10 de maio de 2011

A dor que sinto






Fecho meus olhos e tento entender a dor que sinto. Tento entender porque sinto. Deveria eu ter me tornado tão frágil?
Estava tudo certo, meu erro foi descobrir que tenho um coração. 
Me sentir mais humana como me sinto agora tem me feito tão mal. Mal pra mim, pro meu ser.

Preciso me dar uma paz. 
Mas se eu for buscar minha paz, vou lutar comigo mesma, como estou lutando agora.

Já não sei o que fazer de mim. Quero percorrer e descobrir o fim do caminho. 




Quero saber se devo sumir ou continuar aqui, estática.
Leve-me ao lugar que amo, leve-me ao meu mundo, leve-me onde eu deixei meu coração. 
E me deixe lá, onde eu não consiga identificar o que é real do que é quimérico. 


Onde eu não possa mais cair e me machucar. Como estou caída agora.
Fraturei um membro e não consigo me levantar.

Agora já não sei o que fazer de mim.
Ficarei estática até que volte minha vontade de seguir. 


                                                                    

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