Algo sobre o que se chama de arte obscura. Um refúgio do mundo real e abstrações latentes em um baú.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Fuga







Até quando eu terei que ser forte?

E se eu partir, nunca mais voltarei..
Fugirei de mim.
Nunca nessa estrada me lembrei o caminho da volta. Sempre me perdi.
Mas ninguem nunca me ensinou a voltar. Então fiquei sem aprender, perdida no fim do túneo.
Eu devia ter aprendido quando brincava de pique esconde.

Era mais vivo meu mundo de sombras. Era mais quimérico. Era mais minha alma.
Lixo.

Eu nem sei cuidar de mim ...


Nenhum comentário:

Postar um comentário